Como lidar com os períodos de sazonalidade na logística? Entenda aqui

Como lidar com os períodos de sazonalidade na logística? Entenda aqui

A sazonalidade na logística sempre deve ser considerada no momento de fazer o planejamento e definir as metas anuais de qualquer operação. Saber como enfrentar os imprevistos ocasionados por eventos, como período de safra, é uma enorme vantagem competitiva para não haver ruptura na contratação e operacionalização do seu frete.

De fato, em algumas épocas, determinados produtos têm mais saída que outros. Assim, para comprar matérias-primas, por exemplo, deve-se adquirir o que realmente será comercializado nos próximos meses.

Com efeito, as mudanças e aumentos de demanda em determinados períodos do ano impactam tanto na distribuição quanto no atendimento.

Para evitar que o seu negócio não sofra com problemas decorrentes da falta de preparo, é importante entender o que é a sazonalidade na logística e de frotas, para saber como enfrentar essas situações.

Dessa forma, será possível enfrentar problemas, como a falta de itens ou os atrasos na entrega, e continuar suas operações de forma eficiente.

Além disso, o gestor precisa considerar quaisquer momentos de sazonalidade e sem subestimar as suas proporções, pois quaisquer alterações nas demandas podem desalinhar os processos.

Entretanto, como prever as demandas de uma safra? Quais os desafios podem surgir? Como enfrentar a sazonalidade na contratação do carreteiro e dos caminhoneiros autônomos de carga? Quer descobrir como é possível enfrentar esse cenário sem impactar os negócios? Então, continue a leitura e confira as dicas que selecionamos!

Entenda o impacto da sazonalidade na logística

A sazonalidade na logística se refere a épocas em que existem alterações nas demandas, como a safra da soja, do milho entre outros. Também devem ser consideradas datas comemorativas de proporções menores, como o final do ano, onde o consumo aumenta.

Assim, não importa a proporção do evento, pois diversos fatores podem afetar o volume de vendas em determinados períodos.

Antes de mais nada, grande parte das organizações que precisam manter um estoque o fazem de forma muito errada. De fato, quando surgem excessos de pedidos e um nível de acurácia muito abaixo do que o negócio exige, um desequilíbrio pode ocorrer e atrapalhar toda a cadeia de suprimentos.

Do ponto de vista comercial, seria interessante encher os armazéns com todos os produtos que sua empresa produz. Entretanto, isso impactaria em aspectos logísticos e financeiros, aumentos de custos, novas contratações e necessidade de financiamentos.

Ao mesmo tempo que os períodos de safra e datas comemorativas provocam um alto volume de vendas, também demandam muito das operações. A sazonalidade na logística impacta profundamente na produção, no armazenamento, na movimentação e distribuição.

Por isso, sua gestão precisa considerar todas as etapas, principalmente o momento em que o produto chega ao cliente, já que ele precisa estar satisfeito. Da mesma forma, a sazonalidade de carreteiros e caminhoneiros autônomos deve ser considerada para que sua cadeia de suprimentos esteja preparada antes que os pedidos cheguem.

As demais etapas até podem ser feitas normalmente, mas pode ser que não existam veículos disponíveis para entregar os pedidos.

O que acontece num cenário desses é a sobrecarga das operações, atrasos e prazos estourados, custos desnecessários, insatisfação geral e uma baixa considerável na reputação da sua empresa.

Já imaginou ficar sem o seu presente de Natal, seu filho não ganhar aquele brinquedo que tanto esperava ou faltar sorvete em pleno verão? Difícil, não é mesmo? Isso pode destruir todo o trabalho de uma empresa e a visão que as pessoas têm dela no mercado.

8 dicas para lidar com os períodos de sazonalidade na logística

Anualmente, negócios de diferentes segmentos têm variações em suas vendas devido à sazonalidade na logística. Essa situação pode causar problemas, mas precisamos citar novamente a sazonalidade de frotas. 

Como todos os veículos estarão ocupados com um alto volume de entregas (tanto no caso de frota própria ou de transportadoras terceirizadas), pode ser difícil manter a operação em pleno funcionamento.

Por isso, o processo de distribuição deve ser planejado para que seja possível lidar com a oscilação das demandas e assegurar que os pedidos sejam entregues dentro do prazo esperado.

Confira, a seguir, dicas que selecionamos para sua operação passar pela sazonalidade na logística com tranquilidade e eficiência.

1. Planeje e antecipe as demandas

A organização para enfrentar a sazonalidade na logística começa com meses de antecedência. Além disso, o processo deve incluir a estimativa da demanda, a compra de matérias-primas, a contratação de operadores logísticos e lidar com a sazonalidade de frotas.

Dessa forma, será possível reduzir custos, ter mais controle dos processos, evitar a falta de produtos e os atrasos na entrega.

Assim, o planejamento ajuda a antecipar as demandas, ter uma estimativa das vendas, reconhecer o volume de produção certo durante a sazonalidade.

2. Procure fornecedores confiáveis

Para manter a cadeia de produção durante a sazonalidade na logística, sua gestão precisa considerar o estabelecimento de parcerias. Antes de mais nada, busque fornecedores confiáveis e que consigam se adaptar durante períodos de sazonalidade na logística.

Outra medida é ter alternativas e poder contar com mais fornecedores no caso de algum não poder atender os pedidos da sua empresa. Ou seja, sempre deixe um “plano B” pronto para ser acionado quando for necessário.

Com isso, assegura-se que os níveis do estoque vão conseguir conservar toda a linha de produção em funcionamento.

3. Crie planos de contingência

Para ter condições de reagir à sazonalidade na logística, o gestor deve ter um plano de contingência. Além disso, todo o planejamento deve ser documentado para indicar quaisquer atitudes possíveis e que possam garantir o funcionamento da operação.

De forma geral, a estratégia precisa considerar: 

  • aumentar a contratação de carreteiros;
  • caminhoneiros autônomos de carga.

4. Controle o estoque

Depois de criar planos de contingência, você terá uma visão melhor do estoque e saberá se será possível atender a demanda.

Por isso, o ideal é reduzir o estoque e aumentar o nível de serviço disponibilizado. Para isso, a gestão de estoque tem papel de fazer o uso inteligente dos artigos armazenados.

Dessa forma, mantenha sempre os níveis sob controle e busque o equilíbrio financeiro da empresa.

O gestor precisa estar preparado e saber exatamente qual será o investimento necessário para suportar a sazonalidade na logística.

5. Sazonalidade de frotas

A sazonalidade do frete carreteiro e do transportador autônomo de carga obriga a gestão a ser mais dinâmica e antecipar qualquer situação que possa comprometer as entregas.

Quando a sua operação conta com veículos próprios, o mais importante é mantê-los em pleno funcionamento, fazer manutenção constante e, até mesmo, alguma troca.

Por outro lado, no caso da sua empresa trabalhar com uma transportadora terceirizada, é interessante ter mais de uma opção.

6. Encontre oportunidades de crescimento

Diversas empresas consideram a sazonalidade na logística com um problema, o que demonstra uma visão limitada. Com isso, o crescimento do negócio pode ser impactado e, até mesmo, ocorrer uma retração.

Desse modo, caso ocorra queda nas vendas, um bom gestor pode reverter a situação e avaliar se as estratégias precisam ser mudadas.

Assim, a falta de interesse nos produtos pode ser revertida com a construção de novas abordagens. Em contrapartida, se o momento é de aumento das demandas, sua empresa pode criar produtos e alcançar novos clientes.

7. Otimize a equipe e renove equipamentos

Quando surgem variações provocadas pela sazonalidade na logística, o gestor precisa verificar se os equipamentos estão em condições de funcionamento.

Dessa forma, a operação pode contar com maquinário para atender o crescente aumento de demandas nesses períodos.

Assim, a manutenção periódica é muito importante para analisar e identificar defeitos que precisem de reparos.

Por outro lado, a equipe de colaboradores precisa passar por treinamentos que os qualifiquem. Assim, seu time estará sempre motivado a criar soluções simples e buscar a melhoria contínua dos processos.

Essa postura é muito importante em épocas de sazonalidade na logística, além de proporcionar mais flexibilidade nas operações.

Em um cenário que pode surgir por situações diversas, como condições climáticas ou datas comemorativas, contar com profissionais que se adaptam é a chave para o sucesso.

8. Monitore suas ações

Mesmo que você tenha se esforçado para fazer o planejamento ideal e deixar sua empresa preparada, não adianta esperar que as coisas apenas aconteçam.

O desempenho precisa ser avaliado, constantemente, para descobrir qualquer falha ou mudança que atrapalhem a estratégia.

Dessa forma, será possível antecipar os problemas e agir da melhor forma diante de qualquer situação.

Portanto, para se manterem competitivas, as empresas precisam enfrentar esses momentos e focar em estratégias que amparem quaisquer mudanças.

Em síntese, o aumento das demandas em datas comemorativas e período de safra podem influenciar a sazonalidade de frotas e impactar nas operações logísticas das empresas.

Quando não ocorre planejamento, as rotinas das operações são afetadas, os processos se desorganizam e os clientes se tornam insatisfeitos. No pior cenário, as entregas serão atrasadas e os pedidos chegarão avariados.

Agora que você já ampliou os seus conhecimentos sobre os efeitos da sazonalidade, o que acha de continuar recebendo outros conteúdos como esse? Assine a nossa newsletter!

Vale-pedágio obrigatório: fique por dentro do que diz a lei!

Vale-pedágio obrigatório: fique por dentro do que diz a lei!

Instituído pela Lei nº 10.209, de 23 de março de 2001, o Vale-Pedágio obrigatório foi criado com o principal objetivo de atender a uma das principais reivindicações dos caminhoneiros autônomos: a desoneração do transportador do pagamento do pedágio. 

Após diversas queixas dos condutores, já que eles precisavam tirar o dinheiro do próprio bolso, foi criada uma legislação para regulamentar a situação desses profissionais.

Por este dispositivo legal, os embarcadores ou equiparados passaram a ser responsáveis pelo pagamento antecipado do pedágio e fornecimento do respectivo comprovante, ao transportador rodoviário. 

Se você quer ficar por dentro do que diz a lei, continue a leitura deste artigo e aproveite as informações!

Entenda melhor a lei do Vale-Pedágio

Na logística, como bem sabe quem trabalha na área, a etapa de distribuição consome muitos recursos, como manutenção do veículo e combustível, entre outros.

Como já mencionamos, eram os motoristas quem arcavam com os gastos dos pedágios. Isso pesava no bolso desses profissionais e gerava muita insatisfação, apesar das promessas de ressarcimento.

Assim, regulamentar essa situação e direcionar o custo aos responsáveis foi de extrema importância para estabelecer uma relação mais clara entre motoristas, embarcadores e transportadoras.

Além disso, o pedágio também era embutido no frete durante a contratação do serviço de transporte de cargas.

Por isso, a Lei do Vale-Pedágio, assegura que os condutores receberão um valor estimado antes de saírem com o veículo para prestarem o serviço de transporte de carga.

Outro fato importante que ajudou a organizar ainda mais a situação foi a publicação da Medida Provisória nº 68/02 (convertida posteriormente na Lei nº 10.561/02). Essa diretriz transferiu a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestres) a responsabilidade sobre a regulamentação, coordenação, fiscalização e aplicação das penalidades.

Dessa maneira, o órgão é quem permite a existência das AMAP (Administradoras de Meios de Pagamento para Arrecadação de Pedágio), como a PagBem, que proporciona uma solução completa no setor de logística rodoviária e pagamento eletrônico.

Com efeito, a Lei do Vale-Pedágio evita que esse custo seja embutido no frete e que o motorista, como já mencionamos, tenha que arcar com o gasto (e depois precisar solicitar um reembolso que pode demorar um tempo para ser devolvido).

Conheça as vantagens do vale-pedágio obrigatório

O vale-pedágio obrigatório é um benefício obrigatório e tem diversos proveitos para todos os envolvidos no processo de transporte de carga. Por isso, selecionamos as principais vantagens desfrutadas pelas transportadoras, embarcadores, operadores de rodovia e motoristas. Confira a seguir:

1 – Transportadoras

Após o vale-pedágio obrigatório, as transportadoras contratadas ou os motoristas autônomos contratados não precisam pagar a tarifa de pedágio, pois já receberam o valor do embarcador.

Caso isso não aconteça e esse valor tenha sido embutido no frete, obrigando aos motoristas e transportadores tirarem o dinheiro do próprio bolso toda vez que passarem por um pedágio, a ANTT pode ser acionada. Para isso, basta entrar em contato com a ouvidoria do órgão pelo número de telefone 166 (gratuito) ou e-mail ouvidoria@antt.gov.br.

2 – Embarcadores

Quando o embarcador fornece o vale-pedágio obrigatório, recebe a isenção dos impostos como benefício fiscal. Além do mais, o gestor consegue controlar e gerenciar os gastos com o pedágio e fazer o melhor roteiro. Dessa forma, o contratante assegura que a carga passará pelo caminho indicado com mais segurança e controle.

3 – Operadores de rodovias sob pedágio

A rota determinada pelo embarcador garante que o veículo passará pelas praças de pedágio corretas. Sendo assim, o uso de caminhos para fugir do pagamento da tarifa é evitado. Essa medida ajuda a proteger os veículos de situações em que poderiam se envolver com acidentes ou, até mesmo, roubos.

4 – Motoristas

Chegamos ao principal beneficiado pela Lei do Vale-Pedágio, pois o motorista já não precisa mais usar seu próprio dinheiro para pagar todos os pedágios que encontrar pela frente. Antes de partir com a carga, ele recebe os valores referentes a essa taxa que gastará no percurso. Com isso, ele não terá que pedir reembolso por algo que não deveria ter pagado.

Saiba quando não é obrigatório pagar o vale-pedágio

Em algumas situações, o vale-pedágio não precisa ser pago. Para facilitar o seu entendimento, listamos a seguir quais são:

  • No caso de um caminhão que circula sem carga e não tenha um contrato que estabeleça o pagamento do vale-pedágio obrigatório, o embarcador está dispensado do pagamento;
  • A antecipação do vale também não precisa ser feita em algumas situações de transporte de cargas fracionadas (explicamos mais detalhadamente sobre esse tipo de serviço no tópico a seguir), pois existem mais contratantes do serviço e isso precisa de avaliação;
  • No transporte internacional por empresas habilitadas a prestar o serviço no Brasil e cujo veículo é de frota própria, o pagamento da taxa também não é exigido;
  • Quando se trata do transporte de mercadorias particulares e com frota própria. Nessa situação, será necessário apresentar um documento comprovando que existe o vínculo mercadoria e do veículo para evitar a cobrança;
  • Por fim, são isentas as transportadoras que foram aprovadas no Regime Especial imposto pela Resolução ANTT n° 150 (7 de janeiro de 2003). Nesse caso, a empresa transporta cargas fechadas ou lotação para apenas um embarcador. Assim, precisa ser apresentado o contrato firmado entre o embarcador e a transportadora sobre o ressarcimento do vale-pedágio obrigatório desvinculado do valor do frete. Mas, atenção: tal regime só tem validade mediante a aprovação da ANTT.

Precisamos ressaltar que o art.  26 da Resolução nº 2.885 (9 de setembro de 2008) extinguiu o Regime Especial para o vale e, dessa forma, não são mais concedidas permissões sobre a liberação do pagamento da taxa.

Assim, os benefícios têm valor até seu prazo de validade e os beneficiários precisam anotar o número da permissão no documento “Conhecimento de Transporte”.

Fique por dentro do Vale-Pedágio para carga fracionada

Se o veículo está com diversas cargas fracionadas, o transporte está relacionado à contratação de embarcadores diferentes. Assim, podem ocorrer duas situações:

1 – Motorista ou Transportadora contratados por um único contratante

Nesse caso, a documentação do embarque pode conter informações sobre diversas cargas, mas se existe apenas um contratante ele deve pagar o Vale-Pedágio.

2 – Condutor autônomo contratado diretamente por mais de um embarcador

Se o serviço do motorista autônomo for contratado diretamente por mais de um embarcador, a antecipação do Vale-pedágio não é obrigatória.

Veja as consequências para o não cumprimento da lei do vale-pedágio obrigatório

A ouvidoria da ANTT tem a função de analisar as infrações recebidas e fazer os questionamentos necessários à empresa. O órgão verifica todas as ocorrências de violação da legislação que recebe e deve questionar a empresa supostamente infratora.

Entretanto, o embarcador pode solicitar uma defesa e, caso não conseguir comprovar que o vale-pedágio obrigatório foi pago, será multado em R$ 550,00 por veículo e pode chegar ao valor de R$ 10,5 mil.

Por outro lado, a operadora de rodovia sob pedágio que não aceitar o vale será multada em R$ 550,00 para cada dia que não aceitar o pagamento.

Entretanto, o artigo 8° da lei n° 10.209 estabelece que, se não acontecer nenhum prejuízo da multa e a infração for comprovada, o embarcador precisa indenizar a transportadora ou o motorista autônomo, com um valor equivalente a duas vezes o valor do frete.

Em 2018, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) entrou com uma liminar contra a lei de 2001 (ADI 6031) sob a alegação do artigo 8° da norma do vale-pedágio obrigatório ser inconstitucional e desobedecer aos princípios de igualdade e proporcionalidade da Constituição Federal.

Em maio de 2020, o pedido foi negado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por unanimidade por parte dos ministros.

Solução para facilitar 

O PagBem é uma solução integrada que automatiza e facilita os pagamentos eletrônicos no transporte de carga. Assim, as transportadoras, os embarcadores, motoristas e postos de recolhimento de pedágio contam com a tecnologia para assegurar os pagamentos de taxas, como o vale-pedágio obrigatório.

Além disso, os Embarcadores e Transportadoras têm um suporte completo para lidar com documentação e operações financeiras, entre outros processos, tais como:

  • IPEF homologada pela ANTT para pagamento de Vale Pedágio;
  • Solução Híbrida para Carga – Emissão do Vale Pedágio no cartão PagBem ou na TAG Eletrônica;
  • Cartão pré-pago aceito em 100% das praças de pedágio do Brasil;
  • Cálculo da melhor rota com atualização dos valores de pedágio;
  • Cadastramento de Rotas – Solução que se adequa à necessidade do cliente, podendo a rota ser criada via integração ou através de contato com nosso time operacional;
  • Relatórios Gerenciais para acompanhamento operacional e financeiro das viagens;
  • Carga de pedágio na rede credenciada;
  • O valor creditado para Vale Pedágio pode ser utilizado apenas para esta finalidade;
  • Maior controle dos custos, prevenção de multas e garantia de benefícios fiscais, como: redução do IR e CSLL.

Existem ainda mais vantagens que podem ajudar a facilitar o dia a dia de quem trabalha com o transporte de cargas e sabe o quanto a tecnologia transforma, tornando tudo mais seguro para os envolvidos.

Agora que você entende mais sobre o vale-pedágio obrigatório e está por dentro do que diz a lei, acesse nosso site e conheça as soluções da PagBem para o seu negócio.

Os principais desafios do mercado de transporte de cargas

Os principais desafios do mercado de transporte de cargas

A logística de transportes representa uma grande parcela do sucesso de qualquer empresa, por isso as transportadoras representam um papel fundamental nesse processo. E o post de hoje trata dos principais desafios para esse ramo do mercado.

É preciso se preocupar (e muito) com a segurança da sua carga. A atuação de quadrilhas especializadas causa danos e coloca a vida de muitos caminhoneiros em risco. Em 2016, foram registradas quase 25 mil ocorrências de roubo de carga no país. Nesse contexto, o seguro de cargas torna-se praticamente obrigatório.

Transportar mercadorias sem avarias e dentro do prazo é um grande desafio por causa do estado de conservação das estradas. Existem trechos de centenas de KM pelo Brasil que não são nem asfaltados, outros em que o asfalto é esburacado e também existem os focos de acidentes. Por isso, é preciso planejar muito bem a rota de cada carga.

Além dos fatores externos citados acima, existem pontos-chave para que os desafios enfrentados pelo ramo de transporte de cargas sejam superados em conjunto, como o relacionamento entre embarcador e transportadora.

Quando uma empresa desenvolve uma comunicação clara entre as partes envolvidas na operação, escolhe canais transparentes, tem processos bem definidos e mantém contato frequente durante o transporte, o relacionamento em toda a cadeia de fornecimento é fortalecido, agregando valor internamente — entre os colaboradores e com a empresa — e também para o cliente final, que recebe a mercadoria dentro do prazo estipulado e sem maiores dores de cabeça.

Dessa forma, não somente os embarcadores e clientes finais são beneficiados, mas também a empresa que obtém uma versão completa de seu negócio, consegue buscar soluções para conflitos junto aos colaboradores e ainda estabelecer os próximos passos para tornar a operação muito mais eficiente.

Não é fácil operar no transporte de cargas neste país, mas, por sorte, existem diversos softwares e sistemas que podem ajudar você nas etapas do seu trabalho. Um deles é o sistema PagBem, que tal dar uma olhadinha aqui?

4 práticas para melhorar sua gestão de transporte de cargas

4 práticas para melhorar sua gestão de transporte de cargas

O Brasil é um dos maiores países do mundo, e, por isso, trabalhar com o transporte de cargas é um grande desafio

As condições ruins das rodovias combinadas com os riscos de assaltos deixam a gestão de frotas cada vez mais difícil, por isso separamos 4 dicas que podem te ajudar:

Programe a manutenção preventiva da sua frota de caminhões
Justamente por causa das péssimas condições das rodovias, os caminhões da sua frota podem durar muito menos. É importante agendar a manutenção preventiva, pois ela evita futuros danos e é muito mais barata que a corretiva. Caminhões em bom estado oferecem mais segurança e economia durantes as viagens.

Planeje as rotas com precisão
A rede rodoviária do Brasil é extremamente extensa, então use isso a seu favor! Por mais trabalhoso que seja, programar a melhor rota para os caminhões reduz drasticamente os custos.

Atente-se ao consumo de combustível
Acompanhe de perto os gastos com combustível, a baixa eficiência do consumo de combustível de um caminhão pode indicar problemas e aumenta exponencialmente seus gastos.

Escolha bem seus motoristas
Confie nos seus motoristas, afinal, a eficiência da sua gestão também depende deles. Vale a pena investir em uma equipe experiente e capacitada, além de promover cursos sobre conscientização e direção segura.

Qual é o caminhão ideal para seu produto?

Qual é o caminhão ideal para seu produto?

Entender os tipos de caminhões e suas capacidades é fundamental para qualquer um que trabalha no mercado do transporte de cargas.

Assim, você pensa estrategicamente e pode melhorar sempre a qualidade do seu transporte.

Os caminhões próprios para longas viagens e transporte de cargas como grãos, madeira e combustível são os de carga pesada. Dessa categoria, existem 6 tipos:

  • Cavalo Mecânico ou caminhão extra-pesado: seu tamanho e capacidade dependem do semi-reboque, que é o compartimento onde a carga é transportada. Ao contrário do reboque, que tem suas próprias rodas e é apenas uma extensão, o semi-reboque já está acoplado ao caminhão.
  • Cavalo Mecânico Trucado ou LS: seu tamanho e capacidade dependem do semi-reboque
  • Carreta de 2 eixos: tem 18,15 metros e peso bruto máximo de 33 toneladas
  • Carreta de 3 eixos: tem 18,15 metros e peso bruto máximo de 41,5 toneladas
  • Carreta Cavalo Trucado: 18,15 metros e peso bruto máximo de 45 toneladas
  • Bitrem ou treminhão: entre 17,5 e 19,8 metros e peso bruto máximo de 57 toneladas

Confira os documentos necessários para realizar o transporte de cargas

Confira os documentos necessários para realizar o transporte de cargas

O transporte rodoviário é a modalidade de transporte mais utilizada no Brasil.

Segundo a ANTT, existem mais de 5 milhões de pessoas trabalhando no setor de transporte de cargas, o que vale, aproximadamente, 6% do PIB nacional.

Por ser uma atividade tão realizada, o transporte de cargas é regulamentado em muitos níveis pelo governo, e a documentação de toda a carga transportada é sempre obrigatória durante as viagens.

Abaixo, você vê os documentos básicos para o transporte de cargas no Brasil:

Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)
A NF-e serve para documentar a transação e recolher os impostos sob um produto ou serviço.

Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE)
A cópia impressa da NF-e, mas não a substitui! O DANFE também colhe a assinatura do destinatário no momento da entrega.

Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)
Ele documenta uma prestação de serviço de transporte de cargas e é obrigatório para as transportadoras, emitido e armazenado digitalmente.

Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACTE)
É a cópia impressa do CT-e, mas não o substitui! Esse documento serve para acompanhar a mercadoria em trânsito.

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e)
Ele está relacionado a todo o processo de transporte, não só à carga, e agiliza todo o registro dos documentos fiscais.

Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (DAMDFE)
Como os outros documentos auxiliares, esse é uma cópia impressa do MDF-e, mas não o substitui. Ele só acompanha a carga.

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